Que maravilha de soneto, Márcia, tão bem escrito quanto redigido (sim, vejo grande diferença entre os dois termos). Lembrou-me um pouco- na forma de expressão do sentimento- Elizabeth Barret Browning, mas só um pouco, pois ela não era sonetista e o paralelo para aí; teus sonetos têm a Luz de Márcia Sanchez; os da inglesa Browning eram mais amarronzados.
Um beijo, Márcia !!!
Assis de Mello
Como sofro, entrementes, desse mesmo mal da infecção lírica crônica, também este soneto pegou na veia. Penso às vezes que a solidez do conhecimento e da maturidade são desvantagens, mais emocionante seria a eterna explosão "festeira" (gostei dessa palavra) romântica ou erótica, irresponsável, dos hormônios acarretando cios que, estupidamente, são chamados de "amor", sendo mera paixão. São, minha querida, mais divertidos...
Caio Martins
Marcia, que soneto bem doído mas suave.
No estilo do mestre Luis de Camões mas sem perder a tua originalidade de sempre, que é tão bem-vinda e adorável de ler.
Abraço e aplauso!
Gilia GerlinG
As palavras são facas que cortam profundo. Mas o perdão, em contrapartida, ainda é o remédio mais eficaz.
Fico lisonjeado em ter sido escolhido por você para comentar. Não sou muito de fazer média e nem de dourar aquilo que por si só vai enferrujar.
Ler os teus poemas, no entanto, renova. Isso é o que vale e estimula.
Bjs.
Claudio Parreira
Márcia, minha querida poeta
Assisto extasiado o seu trilhar pelas ruelas da poesia, vendo a cada novo passo, a cada novo verso, a cada nova estrofe e a cada novo soneto como este, a confirmação do destino de poeta de escol reservado pra você. Ah, como eu queria tanto estar bem mais perto de você, caminhando juntos por esta trilha poética.
Um beijo
Airo Zamoner
Mais este brinde com seu soneto Cicatrizes, e o Imaginário segue seu destino de espalhar belezas poéticas blogosfera a fora.
Você produz beleza exatamente com cicatrizes (coisa que no concreto antes se procura esconder).
Eis sua arte!
Cabe-me apreciar.
A moderação corre por conta de minhas próprias peripécias, que de poéticas nada possuem.
João Esteves Alves
Audacioso e forte, o "Cicatrizes". O que me impressiona em você, Márcia, é a maneira com que nos convence das suas verdades.
Beijo
Jorge Sader Filho
Márcia,
a sua sensibilidade humana às vezes suplanta à poética, a máxima do Fernando Pessoa não se aplica à sua poesia de que o poeta é um fingidor, você não finge, mas sente e sabe externar com poesia e arte. Parabéns, minha poetisa preferida.
Mauro Lúcio de Paula
Amei seu poema, diz muito do que se passa em nosso cotidiano, muitas vezes nem percebemos, mas costumamos fazer/dizer. Nos leva à reflexão sobre a importância das palavras, do uso que fazemos delas.
Parabéns, minha querida. Muito lindo mesmo!
Bjus
Lucy Nazaro
Deveras belo e sensível teu poema, querida! Admiro as tuas profundidades poéticas, um lugar de amadurecimento do ser.
Beijos!
Fabrício Brandão
Márcia, demoro a vir mas quando chego aqui - felizmente - só me deparo com lirismo e encantamento.
Parabéns! Seu poema permite pensar que uma feia cicatriz também pode transfigurar-se em uma bela tatuagem. É só encontrar o artista munido de competência e sensibilidade para tal.
Um beijão!
Dalton França
Olá, Márcia. Sempre me compraz ler suas poesias e redobro a atenção para sentir no ritmo e na sonoridade a perfeição da forma. Nesse aspecto nunca me surpreendem. No entanto ao terminar de ler, sempre admiro a leveza e a autenticidade com que sua poesia percorre momentos tão difíceis e ainda revela a nobreza dos sentimentos. E é isso que principalmente a faz bonita.
Abraços.
Marco Bastos
Olá Márcia,
aqui lendo e sorvendo desse lirismo maravilhoso. teus sonetos sempre aquecem o coração do leitor.
Parabéns a ti.
Abraços e tenha uma linda semana viu!
daufen bach.
Os versos sao fluidos e sonoros, perfeitos para a leitura em todos os seus sentidos...
Rogel Samuel
15 dezembro, 2009
16 outubro, 2009
Texto de Luiz Eduardo Caminha
Falar de Márcia Sanchez Luz é falar de modernidade, de contemporaneidade. Márcia é, com certeza, uma das mais frequentes escritoras na maior ferramenta de comunicação da atualidade, a internet – para nós, brasileiros – ou a WEB, para o resto do mundo.
Entretanto estar presente na internet pode não significar nada, como pode significar muito. Afinal, alguém já disse que a internet deixa passar o que há de pior e o que há de melhor qualidade do mundo. Bem, o espaço é livre e, enquanto livre, é lugar que todos podem freqüentar sem censuras.
E é aí que Márcia se diferencia. Márcia é o que de melhor qualidade a internet tem deixado acessar em termos de literatura. Sua poesia, seus sonetos, suas trovas, tudo em Márcia traz o selo da qualidade. Não é para menos que esteja presente em tantos sítios (ou sites para os poliglotas), além dos seus. E olha que ela tem sido publicada por gente de indiscutível qualidade. Não é por menos ainda que seus sites, de tão atraentes e de tanta qualidade têm sido agraciados com diversos prêmios.
Talvez porque Márcia escreva com a alma. Sua pena é dotada de sentimento. Pena viva, que respira, não como respiram os seres humanos, mas inspira, vagarosamente, para sentir o tocar suave da inspiração e expira para expelir, suavemente, em versos o que lhe ditam as emoções. E Márcia se faz... simplesmente poeta. Poetisa, melhor dizendo!
Márcia é isto e mais um pouco, mas deixemos que vocês possam senti-la em sua entrevista e em seus textos neste espaço.
Luiz Eduardo Caminha
Repercussão da Entrevista para Caminha
Surge uma nova estrela no céu literário brasileiro. Márcia Sanchez Luz, após longo trabalho, conseguiu se impor como uma das mais talentosas poetas da atualidade. Parabéns ao Stammtisch pela divulgação do seu nome.
Jorge Sader Filho - Niterói, RJ
Márcia reflete o pensamento e os sentimentos de todos que têm, na literatura, um modo - não um meio - de vida. Revela-se e nos revela, exige inteligência e sensibilidade para internalizar suas mensagens, sempre simples embora profundamente simbólicas. O Prosa e Verso de Boteco muito se orgulha pela honra de tê-la entre nossos amigos.
Stammtisch está de parabéns por prestigiar tão delicado e, ao mesmo tempo, tão brilhante talento.
Forte abraço.
Caio Martins - São Paulo
Gostaria de parabenizar Luiz Eduardo Caminha pela entrevista e a Márcia Sanchez Luz por brilhar intensamente nela.
Abraço aos dois,
Leila Míccolis - Maricá, RJ
Li e gostei principalmente pela simplicidade com que a Márcia fala das coisas.
É natural nas pessoas despretensiosas, e a sua simplicidade está estampada em seu rosto.
Parabens e tenha uma longa vida, cheia de sucessos.
Um beijo terno deste amigo que a cada dia gosta mais de ver os seus trabalhos.
José Maria Lessa - Vila do Conde, Portugal
Márcia,
acabei de ler a sua entrevista e fiquei fascinado com a sua integridade. A certeza em cada frase, o caminho já trilhado pelos pés.
Poesia não é brinquedo de vaidade e vc, mais que tudo, sabe disso.
A internet, apesar dos seus quilômetros de baboseiras e verborragias, às vezes proporciona alguns milagres e encontros. Você foi um deles.
Sorte, sucesso, avanço. Você merece.
Cláudio Parreira - São Paulo
Parabéns, meu irmão Caminha, por publicar a entrevista e os poemas de Márcia Sanches Luz, uma escritora dotada não apenas de uma inequívoca competência literária, mas principalmente do seu ingrediente mais profundo, que é a sensibilidade.
Deus o abençoe sempre pela generosidade do seu coração e pelo dom que tem de descobrir verdadeiros talentos literários como a Márcia.
Com carinho, estima e admiração.
Luiz Poeta - Rio de Janeiro - Brasil
Tércio Sthal – Campinas, São Paulo
Jorge Sader Filho - Niterói, RJ
Márcia reflete o pensamento e os sentimentos de todos que têm, na literatura, um modo - não um meio - de vida. Revela-se e nos revela, exige inteligência e sensibilidade para internalizar suas mensagens, sempre simples embora profundamente simbólicas. O Prosa e Verso de Boteco muito se orgulha pela honra de tê-la entre nossos amigos.
Stammtisch está de parabéns por prestigiar tão delicado e, ao mesmo tempo, tão brilhante talento.
Forte abraço.
Caio Martins - São Paulo
Gostaria de parabenizar Luiz Eduardo Caminha pela entrevista e a Márcia Sanchez Luz por brilhar intensamente nela.
Abraço aos dois,
Leila Míccolis - Maricá, RJ
Li e gostei principalmente pela simplicidade com que a Márcia fala das coisas.
É natural nas pessoas despretensiosas, e a sua simplicidade está estampada em seu rosto.
Parabens e tenha uma longa vida, cheia de sucessos.
Um beijo terno deste amigo que a cada dia gosta mais de ver os seus trabalhos.
José Maria Lessa - Vila do Conde, Portugal
Márcia,
acabei de ler a sua entrevista e fiquei fascinado com a sua integridade. A certeza em cada frase, o caminho já trilhado pelos pés.
Poesia não é brinquedo de vaidade e vc, mais que tudo, sabe disso.
A internet, apesar dos seus quilômetros de baboseiras e verborragias, às vezes proporciona alguns milagres e encontros. Você foi um deles.
Sorte, sucesso, avanço. Você merece.
Cláudio Parreira - São Paulo
Parabéns, meu irmão Caminha, por publicar a entrevista e os poemas de Márcia Sanches Luz, uma escritora dotada não apenas de uma inequívoca competência literária, mas principalmente do seu ingrediente mais profundo, que é a sensibilidade.
Deus o abençoe sempre pela generosidade do seu coração e pelo dom que tem de descobrir verdadeiros talentos literários como a Márcia.
Com carinho, estima e admiração.
Luiz Poeta - Rio de Janeiro - Brasil
Tércio Sthal – Campinas, São Paulo
23 agosto, 2009
Frenesi
O poema "Frenesi" é caixinha de surpresas, quanto mais se lê, mais significados aparecem. Vai muito além da atitude ante um simples laço desfeito, um pra cá, outro pra lá. Pega na veia pela transcendência.
Caio Martins
Caio Martins
Márcia, o seu poema não é só um frenesi, mas é uma exaltação de um momento de criação e beleza, mais que um arrebatamento de sentimentos e ideias, uma viagem, um sonho pertinente que nos leva a lugares nunca imaginados.
Parabéns!
Mauro Lúcio de Paula
Márcia esse poema é lindo já li várias vezes assim como agora aqui nesse espaço. Porões Duendes há muito faz morada na minha biblioteca assim como No Verde Dos Teus Olhos.Parabéns aguardo breve novo lançamento.
Antonio Campos
"Sou de ti meu descaminho que não mente E que sente a dor da perda que consente." Já não precisava mais nada, Márcia. Não vou cansar de repetir que surgiu um novo nome na poesia brasileira. Beijos. Jorge
Fina afirmação do verso e do necessário.
Adroaldo Bauer
Márcia, Lindo seu trabalho poético. Deixar bonito o que já é belo é pleonasmo. E tarefa das mais difíceis. Senti-me feliz em ler seu texto. Um grande abraço.
Arimatéia Macedo
Márcia, Frenesi me provoca a síntese de nossos eus, de nossos desencontros ao encontro de nós mesmos, de nosso sentir, nosso viajar pela poesia, algo que ainda vale a pena, neste mundo em que a hipocrisia virou a antítese ou o anti-reflexo da alma humana. Passa como um arrepio... e vai ... sentindo-se a dor da perda que se consente. Como todos os teus poemas... Um primor!!! Que Deus te abençoe, Caminha
Querida Marcia: é sempre muito gratificante receber seu convite para conhecer seus poemas. Frenesi é fruto da sua grande sensibilidade. Parabens, bjos.
Grauninha
Não ficou pedra sobre pedra... Escreve miudinho com sentimento de presença imenso, num retrato de mulher dificilmente encontrado, quanto mais igualado. Que dignidade e fortaleza de caráter!
Guilherme Jr.
H
Ibernise
21 julho, 2009
Texto de Marco Bastos
Bom percebermos que o talento verdadeiro é reconhecido por seus diversos pares nos diversos locais onde se apresenta. E assim tem sido com Márcia - as pessoas não ficam indiferentes ao lerem sua poesia. E já são vários os comentários que li sobre a sua poesia: comentários de acadêmicos, de escritores, mestres em literatura, ativistas culturais, blogueiros, parceiros de poesia e enfim de muitas pessoas bem conceituadas no mundo da literatura que ao se pronunciarem demonstram sua admiração pela obra da poeta. A leitura de seus poemas e o conhecimento das opiniões sobre sua obra constroem o conceito que temos sobre ela: - uma das excelentes poetas da atualidade.
Parabéns.
Abraços.
Marco Bastos.
18 julho, 2009
Homenagem de João Justiniano da Fonseca
ESPERAR
© João Justiniano da Fonseca
6-05-08 17:25 h
Para a sensibilidade poética Márcia Luz.
"Espero a noite que me acorde os sonhos",
espero o vento que me leve o barco;
já não espero o tempo, conto apenas
chegar ao porto onde fincar o marco...
"Espero a noite que me acorde os sonhos",
já não espero a luz do amanhecer...
As ilusões se foram para norte
só torna sul na hora em que morrer...
"Espero a noite que me acorde os sonhos",
como um retorno ao tempo de onde vim.
De certo, a noite vem fechar-me os olhos...
"Espero a noite que me acorde os sonhos",
neste final de tempo que é limite.
Ninguém tem recomeço, mas tem fim...
Olha Márcia, amiga.
Pus a alma nessa coisinha simples.
"Espero a noite que me acorde os sonhos",
Márcia Sanchez Luz
em "Inalienável Veto".
Muita paz e muita luz
João
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